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Alugue a sua audiência!

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Um dos principais desafios das marcas é a construção de um relacionamento direto com os seus consumidores. Esse desafio se acentua ainda mais no contexto de marcas que querem migrar para um modelo comercial D2C (direct to consumer). Isso porque historicamente a audiência de uma marca muitas vezes estava nas mãos de um terceiro, seja um canal de distribuição ou um veículo de mídia. Não só o relacionamento de comunicação, mas também a inteligência de dados que vem por trás disso.

Não é por acaso que algumas marcas globais começaram um movimento de internalizar sua inteligência de dados para entender melhor seu consumidor e se relacionar diretamente com ele, ao invés de deixar isso nas mãos de seus parceiros de mídia.

Fale conosco para alugar a audiência

Mas por onde começar? Já enraizadas nos modelos de comunicação existentes, muitas empresas não têm uma audiência para chamar de sua. Para isso, as marcas podem adotar o conceito de aluguel de audiência. Com isso elas conseguem desde o momento inicial fazer uma análise de comportamento e estabelecer uma relação direta, mesmo antes de já ter um app ou qualquer outro canal proprietário com volume relevante de usuários.

Além de criar esse relacionamento direto quase que instantaneamente, isso também é possível com um investimento inicial muito baixo. O custo de desenvolvimento de um app, somado ao tempo e investimento necessários para a formação de uma audiência relevante, muitas vezes são grandes demais para se justificarem.

É aí que entra a Hands – nós podemos oferecer escala e acesso a milhões de consumidores através da nossa plataforma. Viabilizamos uma comunicação direcionada, que permite a aproximação de clientes com uma marca como se esta estivesse fazendo isso através de seu próprio app. Além disso, geramos inteligência de negócios e insights comportamentais que retro-alimentam o modelo e continuamente fortalecem esse relacionamento.

Como funciona

Você pode criar segmentações que façam sentido para a sua marca e ativar essa audiência a partir de formatos Mobile como o Push Notification com imagens. É possível também utilizar a inteligência Mobile da Hands para entender o seu cliente com ferramentas como o GeoBehavior – que compreende padrões de comportamento a partir de inteligência de geolocalização e o AppBehavior – que analisa os grupos de usuário a partir dos apps que ele mais usa no celular.

E, o melhor, é a chance de estar ligado a uma audiência Premium e às melhores fabricantes e operadoras do mercado.

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Com 15 feriados em 2026 eficiência não vem de volume

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Em 2026, o calendário brasileiro traz 15 feriados nacionais com potencial real de ativação de marcas. À primeira vista, esse dado costuma ser tratado apenas como uma soma de oportunidades isoladas ao longo do ano. Na prática, esse é um erro comum. Feriados não são eventos pontuais e desconectados. Eles seguem padrões de comportamento que se repetem ano após ano, com variações previsíveis de deslocamento, permanência e presença em determinados contextos.

Quando marcas planejam ações de mídia apenas olhando para o feriado que está por vir, acabam operando de forma reativa. O resultado costuma ser o mesmo: aumento de volume, dispersão de verba e baixa eficiência. O ponto central não está em falar com mais pessoas, mas em falar com as pessoas certas, no momento em que o comportamento já foi demonstrado.

Cada feriado carrega características próprias. Datas prolongadas tendem a estimular viagens e deslocamentos regionais. Feriados urbanos concentram presença em shoppings, parques, eventos culturais e áreas de lazer. Há feriados em que o consumo se retrai e outros em que ele se intensifica. O que muda não é apenas o destino, mas o modal de transporte, o tempo de permanência e a frequência com que esses movimentos se repetem.

Esses comportamentos deixam rastros. Locais frequentados, recorrência de visitas, horários de maior concentração e fluxos entre regiões formam um histórico consistente de mobilidade e presença. Quando observados ao longo dos últimos 12 meses, esses dados deixam de ser indícios e passam a ser evidência. Não se trata de intenção declarada, mas de comportamento observado.

É nesse ponto que o planejamento deixa de ser genérico. Ao analisar o histórico de feriados equivalentes, é possível entender onde as pessoas estiveram, quanto tempo permaneceram, com que frequência repetiram o movimento e em quais contextos isso aconteceu. Esse entendimento permite criar audiências baseadas em padrões reais, separando quem apenas passou por um local de quem, de fato, esteve presente.

Na prática, isso muda completamente a lógica da ativação. Em vez de ampliar o alcance indiscriminadamente, a marca passa a antecipar fluxo, presença e momento de impacto antes mesmo do evento acontecer. A comunicação deixa de competir por atenção em massa e passa a se inserir em contextos onde a probabilidade de relevância já foi comprovada.

Em feriados, eficiência não vem de volume. Vem de ativar quem já demonstrou comportamento semelhante em datas equivalentes. Vem de entender que o calendário é apenas o gatilho, enquanto o verdadeiro diferencial está na leitura histórica dos dados. Marcas que operam com essa lógica não dependem de sorte ou timing perfeito. Elas trabalham com previsibilidade, contexto e precisão.

Planejar mídia para feriados, portanto, não é sobre inventar novas narrativas a cada data. É sobre reconhecer padrões, aprender com o passado recente e transformar comportamento em inteligência acionável.

Pensando no planejamento, o dado deixa de responder apenas ao “o que aconteceu” e passa a sustentar o “por que aconteceu” e, principalmente, o “o que tende a acontecer de novo”. A análise histórica dos últimos 12 meses permite identificar correlações entre tipo de feriado, contexto geográfico, perfil de deslocamento e intensidade de presença, criando modelos comparáveis entre datas diferentes, mas comportamentalmente equivalentes.

Isso significa que dois feriados distintos no calendário podem gerar oportunidades semelhantes do ponto de vista de mídia. Um feriado prolongado fora de alta temporada pode apresentar padrões próximos aos de um feriado religioso urbano. Um evento regional pode replicar dinâmicas vistas em datas nacionais anteriores, desde que o comportamento de fluxo e permanência seja similar. O calendário deixa de ser o driver principal e passa a ser apenas uma camada de ativação sobre padrões já conhecidos.

Quando esse nível de leitura é incorporado ao planejamento, a tomada de decisão muda de patamar. A definição de verba, canais e formatos passa a considerar densidade de presença, recorrência e contexto, e não apenas volume potencial de impacto. Audiências deixam de ser construídas com base em recortes genéricos e passam a refletir clusters comportamentais reais, derivados de histórico observado.

É assim que dados deixam de ser retrospectivos e passam a orientar decisões estratégicas com previsibilidade, reduzindo dispersão de investimento e aumentando a eficiência das ativações em feriados.

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VR é a nova parceira da Hands para projetos de dados e publicidade digital

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A VR é uma das principais empresas de benefícios corporativos do país, com soluções amplamente utilizadas no dia a dia do trabalhador brasileiro, como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte. Seu ecossistema conecta milhões de usuários a uma extensa rede de restaurantes, supermercados, postos de combustíveis e diversos outros estabelecimentos credenciados, gerando dados transacionais recorrentes, de alta frequência e diretamente ligados ao consumo no mundo físico.

Esse tipo de dado é estruturalmente diferente de sinais digitais tradicionais. Ele não representa intenção declarada ou navegação online, mas comportamento real de consumo, repetido ao longo do tempo e inserido na rotina cotidiana das pessoas.

Hoje, o SuperApp VR conecta mais de 4,1 milhões de trabalhadores, com uma audiência altamente qualificada que gera cerca de 74 milhões de acessos mensais, além de uma frequência média de uso de 20 vezes por mês. Trata-se de um ambiente que acompanha o usuário de forma contínua, em diferentes momentos do dia e em múltiplos contextos de consumo.

É nesse cenário que se constrói a parceria entre Hands e VR.

Tecnologia de mídia aplicada a dados transacionais

A parceria envolve a implementação da tecnologia da Hands dentro do ecossistema do SuperApp VR, criando novas possibilidades de ativação de mídia baseadas em dados reais de consumo. Isso inclui formatos de comunicação direta, como Push GIF e Push Inbox, além da integração dos dados do aplicativo com o Audience Hub, plataforma de inteligência e orquestração de audiências da Hands.

Na prática, essa integração permite que dados transacionais passem a ser organizados, estruturados e ativados como inteligência de mídia, sempre de forma agregada e respeitando critérios de privacidade. O foco não está apenas em impactar usuários, mas em conectar marcas a contextos reais de consumo, no momento e no ambiente em que decisões acontecem.

Além das ativações no app, a parceria também abre espaço para o desenvolvimento de projetos especiais, como ações de distribuição de cupons de desconto e iniciativas de cashback. Essas iniciativas permitem não apenas estimular o consumo, mas também mensurar impacto, conectando comunicação, ativação e resposta no ponto de venda onde a VR já tem presença consolidada.

Hands como braço estratégico de Ads da VR

Dentro dessa estrutura, a Hands passa a atuar como um braço estratégico de Ads da VR, apoiando desde a definição das estratégias até a organização e gestão do inventário publicitário do VR Ads. O papel da Hands não se limita à execução de formatos, mas à leitura, organização e ativação de dados de forma segmentada e contextualizada.

Isso significa transformar um ecossistema de uso recorrente em uma plataforma de mídia mais inteligente, onde decisões deixam de ser baseadas apenas em alcance ou perfil demográfico e passam a considerar comportamento observado, recorrência de consumo e contexto físico.

Segmentação baseada em comportamento real

Um dos grandes diferenciais dessa parceria está nas possibilidades de segmentação. Em vez de operar apenas com critérios tradicionais de mídia digital, a integração entre Hands e VR permite trabalhar com clusters comportamentais, como:

  • – recortes por perfil profissional e cargo
  • – padrões de consumo de produtos e serviços
  • – recorrência de uso em determinados tipos de estabelecimentos
  • – comportamento de pagamento via cartões VR

Na prática, isso abre espaço para campanhas mais alinhadas ao cotidiano real de consumo, indo além de modelos baseados apenas em intenção, navegação digital ou interesse declarado. Marcas passam a dialogar com pessoas que já demonstram comportamentos relevantes no mundo físico, ampliando a eficiência da comunicação.

Uma nova possibilidade para mídia baseada em dados

A parceria entre Hands e VR reflete um movimento mais amplo do mercado: o crescimento da mídia conectada a dados transacionais, comportamento real e jornada física. Em um cenário de maior restrição ao uso de dados pessoais e saturação de mensagens genéricas, ganha relevância quem consegue ler contexto, organizar sinais e ativar audiências com precisão.

Mais do que um novo canal, o ecossistema VR, integrado à tecnologia da Hands, representa uma evolução na forma de pensar mídia: menos sobre volume e mais sobre decisão, contexto e impacto real.

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O digital cresce, mas o Brasil ainda é um país de consumo majoritariamente offline

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O consumo digital avança rápido no Brasil, mas uma verdade permanece intacta: a maior parte das compras ainda acontece presencialmente. Mesmo com o e-commerce em expansão, mobile dominante e redes sociais ditando comportamento, o brasileiro continua resolvendo sua vida no mundo físico, na loja, no supermercado, no cinema, no restaurante, no varejo de rua.

É uma contradição aparente. O brasileiro é um dos povos que mais passa tempo conectado, mas a etapa decisiva da jornada continua sendo offline. Ele pesquisa no online, compara no online, conversa no online… e fecha a compra no território real. A jornada é digital, mas a conversão ainda é física.

Para quem trabalha com mídia, isso muda tudo. Não dá para planejar campanhas assumindo que o funil vive apenas dentro das plataformas. É preciso pensar de forma O2O, conectando impacto digital com comportamento territorial: onde as pessoas circulam, em quais horários elas vão, com que frequência, quais lugares fazem parte da rotina e em que contexto a decisão final acontece.

Essa leitura é crítica porque, no Brasil, o consumo acontece majoritariamente no PDV. E, se a conversão acontece lá, a segmentação e a mensuração também precisam olhar para lá. Entender quem visita determinados lugares, como se comporta, qual é a recência, a permanência, o deslocamento. E, principalmente, medir se o impacto digital realmente gerou visitas no físico.

Num cenário assim, segmentar por comportamento real e acompanhar métricas que mostram impacto em lojas não é mais diferencial é necessidade básica para quem quer alinhar mídia, resultado e realidade de consumo.

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