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Mídia

Duas fórmulas criadas em laboratório. Hlab da Hands apresenta novos produtos

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Estamos vivendo em uma constante mudança global, as pessoas estão se transformando, as relações estão diferentes e será que o mundo da mídia e da comunicação está evoluindo?

Vemos o investimento em dados analíticos, em formas de otimização de campanha e muitos outros esforços que o mercado vem exigindo. E aquele gostinho criativo que sempre esteve conosco nas ações de mídia? Será que sumiu? Será que não conseguimos reinventar formatos com aquela criatividade que enche os olhos de qualquer um?

Inspiração pelos sentidos

Com esse questionamento paramos para pensar, sim, demos um tempo para nossa criatividade trabalhar, e como é gostoso deixar ela fluir e nos trazer boas ideias. Assim criamos a partir do Push Notification o Push Play e o Push Conteúdo.  Os pushs são produtos do mundo mobile com formatos diferenciados, utilizando os microvídeos e música – que fazem tanto sucesso no mundo Mobile.

O vídeo e o som estão muito presentes nos devices atualmente, é streaming de vídeo ou de música, ou até mesmo, interação entre usuários a partir de vídeos curtos.Para aproveitar isso da melhor forma surgiu o Push Play : uma experiência totalmente inovadora que amarra o usuário para ele interagir com um simples “play”. No Push Play é possível ativar o usuário com vídeo e música, dentro de um layout. Uma oportunidade para sua comunicação se transformar em uma experiência cheia de sentidos.

Context, Context, Context

A proximidade entre pessoas e marcas, que só vem aumentando no contexto digital, e está sendo vivida de forma muito mais intensa nos último meses.Segundo dados da Kantar, em um estudo global realizado em março, 77% dos compradores esperam que as marcas sejam úteis no que se tornou “o novo normal”, mas 75% não veem com bons olhos a exploração da crise para promoção da marca. O tom sutil e próximo ao consumidor, se faz necessário e é esperado.

O formato Push Conteúdo traz a proposta de ser um canal informativo, aberto entre o anunciante e seus consumidores. Quando o usuário percebe a marca como aliada no seu dia-a-dia, trazendo conteúdo útil e relevante, o engajamento ocorre de forma natural.

Para a marca, usar este formato cria uma interação riquíssima com o usuário na sua campanha, já que oferta para ele uma informação que ele precisa no momento correto.

Gostou dos novos formatos? Fale com a Hands e saiba como podemos criar campanhas baseadas nesses produtos ou até um mix de formatos para potencializar sua entrega e atingir a persona que deseja. Nós inovamos e criamos novos produtos, e está aí uma oportunidade para você inovar também!

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O programmatic virou a principal rota do malware. O que isso revela sobre o ecossistema.

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O programmatic virou a principal rota do malware. O que isso revela sobre o ecossistema.

Um relatório da The Media Trust confirma o que o mercado já sentia sem número para defender: o programmatic passou a responder por mais de 60% de todos os ataques de malware e phishing observados em 2025, superando e-mail e hacks diretos. Instâncias de malware entregues via canais programáticos cresceram 45% ano contra ano.

A leitura é esta: a mesma característica que torna o programmatic poderoso, automação em tempo real e alcance massivo é exatamente o que o torna difícil de controlar quando mal operado. Quando um script malicioso entra no supply chain, ele se espalha em escala industrial. E a IA está acelerando isso: ela já permite criar anúncios maliciosos que adaptam comportamento com base em localização, navegador e dispositivo.

O número que mais importa aqui não é o de ataques, mas a consequência disso,: apenas 39% dos consumidores afirmam confiar em anúncios digitais. E esse nível de desconfiança já começa a afetar a performance de campanhas e a receita de publishers que não tomam cuidado com sua estratégia de monetização. Em um ambiente onde o inventário aberto é sistemicamente vulnerável, o valor de ambientes controlados, com audiência premium, e segmentação baseada em dado próprio ganha mais valor. Não à toa novos entrantes começam a ganhar espaço, transferindo a sua credibilidade para os anunciantes, que começam a valorizar isso ao invés dos preços baixos de inventários genéricos. Aqui na Hands lançamos recentemente nossa parceria com a VR, criando o VR Ads, com foco justamente em levar a credibilidade da VR no segmento alimentício para os anunciantes.

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Apple entra em location-based advertising

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A Apple anunciou que, a partir do verão de 2026, empresas nos EUA e Canadá poderão veicular anúncios dentro do Apple Maps, aparecendo no topo dos resultados de busca e em uma nova área de “Suggested Places”. A novidade integra uma plataforma unificada chamada Apple Business, disponível em abril em mais de 200 países.

A cobertura focou no aspecto financeiro para a Apple: novo stream de receita, concorrência com Google Maps. 

O ângulo relevante de olhar esse lançamento é sobre o que a Apple escolheu não fazer. A localização do usuário e os anúncios com que ele interage no Maps não são associados ao seu Apple ID. Os dados ficam no dispositivo, não são coletados pela Apple e não são compartilhados com terceiros. Um sistema de anúncios baseado em intenção local, sem perfil individual, sem histórico vinculado.

Isso não é limitação técnica. É um posicionamento deliberado. E o que ele comunica ao mercado é direto: a geolocalização como sinal de intenção de consumo tem valor suficiente para monetizar sem dado invasivo. Quando uma empresa com um bilhão de iPhones ativos entra em location-based advertising com esse modelo, ela não está apenas lançando um produto. Está sinalizando uma direção para o mercado.

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SXSW 2026: Curadoria Hands dos sinais que mais importam para o Marketing e Publicidade

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Menos campanhas isoladas, mais presença contínua nos lugares certos. Fandoms, criadores, ambientes privados e ativações na vida real ganharam mais peso do que o alcance em si. Com menos sinais visíveis, cresce a necessidade de interpretar melhor comportamento e contexto. Os 8 insights da curadoria:

Fandom como infraestrutura — Marcas estão deixando de dar foco em criar seus próprios universos para, em vez disso, participar de forma autêntica nos fandoms (conjunto de pessoas que compartilham linguagem, referências, comportamento e contexto em torno de um interesse comum, seja um jogo, artista, universo cultural ou estilo de vida. que já existem e engajam organicamente) e nesse contexto o Precision Marketing se torna fundamental, ajudando as marcas a criar audiências contextualizadas que ajudem as marcas a entrar nas conversas. Exemplos: AppBehavior de quem possui aplicativos de Games, GeoBehavior de quem frequentou Shows, Feiras Temáticas etc.

A internet pos-search e o foco em AX — Com agentes de IA realizando tarefas sem abrir sites, o marketing agora precisa descobrir como influenciar os algoritmos e agentes (AX) que tomam decisões de compra pelos humanos. E aqui surge a importância do MCP, ou Model Context Protocol, padrão aberto lançado pela Anthropic no final de 2024 projetado para padronizar como os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), como Claude, GPT e Gemini, se conectam a dados externos, softwares e sistemas corporativos, funcionando como se fosse “um adaptador USB para IA”, e plataformas online precisam se adaptar a esse novo cenário para se tornarem mais relevantes e facilitarem transacionais com Agents que passam a simular o comportamento de consulta e até compra.

A era post-social e as digital campfires — 90% das pessoas já compartilham atualizações de vida em chats privados antes de postarem em feeds públicos. Esses “digital campfires” são espaços menores, privados e mais densos de relacionamento, como grupos de WhatsApp, close friends ou comunidades fechadas, onde a troca acontece com mais contexto e menos ruído. O marketing precisa aprender a gerar valor nesses ambientes, mas sem invadir a privacidade.

Moments marketing vs. Worldbuilding — Campanhas pontuais e reativas estão perdendo força para o Worldbuilding: construção de ecossistemas narrativos de longo prazo que interagem com a cultura local e as comunidades. Falamos sobre isso no post sobre a presença do Nubank nas Favelas e como o GeoBehavior pode ajudar marcas na criação de audiências nichadas para criar awareness em micro comunidades.

O fim das impressões passivas — Na Attention Economy, o foco deve mudar para formatos interativos e co-criados com IA, que exigem engajamento real e trocas com o consumidor para gerar engajamento real, se quiser ver na prática como isso pode ser feito, conheça alguns cases direto de nosso Hands Lab ou entre em contato para uma demonstração.

O CMO poeta e encanador — Frase da Unilever que ecoou no SXSW: o líder de marketing moderno precisa fazer poesia (desejo, marca, emoção) e encanamento (infraestrutura de dados, IA e distribuição para escala e conversão).

Criadores como co-autores — O influenciador como inventário de mídia ficou no passado. O SXSW consolidou o Creator CEO: criadores vistos como empresas independentes e co-autores estratégicos no desenvolvimento de produtos. Marcas estão buscando Creators que tenham conteúdo, conhecimento e autoridade, entendendo que a audiência pode ser buscada em conjunto, dentro do conceito que já falamos aqui de Precision Influence.

Ativações street-level e hiper-locais — Estandes gigantescos perderam o brilho para ativações imersivas e descentralizadas. Marcas apostaram em experiências em esquinas estratégicas buscando o fluxo orgânico da rua e o maior desafio passa a ser então a escolha dos locais. Por onde passam pessoas com maior afinidade ao seu produto ou serviço e soluções como o GeoBehavior Insights podem ajudar nesse desafio.

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