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Mídia geolocalizada é caminho para a quarentena!

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Nas próximas semanas ou quem sabe meses, um novo tipo de comportamento  será imposto aos lares do mundo todo e o Brasil não será diferente. Muitos aprendizados serão acumulados nesse meio tempo, mas o ato de ficar em casa não mudará totalmente as preferências das pessoas por suas atividades sociais, de lazer e esportes ao ar livre. Como saber deles? A resposta pode te surpreender, mas é a geolocalização.

Historicamente o comportamento de geolocalização das pessoas – Geobehavior – diz muito sobre elas. Além dos hábitos, essas informações mostram muito de suas emoções: o parque preferido, quais suas idas mais ou menos frequentes ao shopping, as viagens de final de semana. São ações que contam – e estão no imaginário de milhões de pessoas, que mal esperam para poder voltar a essas rotinas da forma mais saudável e consciente possível.

Conheça as soluções da Hands Mobile em Geobehavior

A quarentena, todos sabemos,  é apenas temporária, todos sabemos. E assim que ela for liberada – esperamos que o mais cedo possível – as atividades que eram hábito retomarão ao cotidiano das pessoas. E é aí que está o truque: saber o que era atividade e o que era hábito.

Vemos muitas marcas se solidarizando com o momento reconhecendo a gravidade dessa pandemia, mas também acreditamos que elas podem comunicar a esperança de tempos melhores de forma única e que toque os corações das pessoas. Uma comunicação que tenha a memória daquilo que as pessoas gostam de fazer, e lembrando a elas que tudo vai voltar ao normal. 

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O programmatic virou a principal rota do malware. O que isso revela sobre o ecossistema.

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O programmatic virou a principal rota do malware. O que isso revela sobre o ecossistema.

Um relatório da The Media Trust confirma o que o mercado já sentia sem número para defender: o programmatic passou a responder por mais de 60% de todos os ataques de malware e phishing observados em 2025, superando e-mail e hacks diretos. Instâncias de malware entregues via canais programáticos cresceram 45% ano contra ano.

A leitura é esta: a mesma característica que torna o programmatic poderoso, automação em tempo real e alcance massivo é exatamente o que o torna difícil de controlar quando mal operado. Quando um script malicioso entra no supply chain, ele se espalha em escala industrial. E a IA está acelerando isso: ela já permite criar anúncios maliciosos que adaptam comportamento com base em localização, navegador e dispositivo.

O número que mais importa aqui não é o de ataques, mas a consequência disso,: apenas 39% dos consumidores afirmam confiar em anúncios digitais. E esse nível de desconfiança já começa a afetar a performance de campanhas e a receita de publishers que não tomam cuidado com sua estratégia de monetização. Em um ambiente onde o inventário aberto é sistemicamente vulnerável, o valor de ambientes controlados, com audiência premium, e segmentação baseada em dado próprio ganha mais valor. Não à toa novos entrantes começam a ganhar espaço, transferindo a sua credibilidade para os anunciantes, que começam a valorizar isso ao invés dos preços baixos de inventários genéricos. Aqui na Hands lançamos recentemente nossa parceria com a VR, criando o VR Ads, com foco justamente em levar a credibilidade da VR no segmento alimentício para os anunciantes.

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Apple entra em location-based advertising

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A Apple anunciou que, a partir do verão de 2026, empresas nos EUA e Canadá poderão veicular anúncios dentro do Apple Maps, aparecendo no topo dos resultados de busca e em uma nova área de “Suggested Places”. A novidade integra uma plataforma unificada chamada Apple Business, disponível em abril em mais de 200 países.

A cobertura focou no aspecto financeiro para a Apple: novo stream de receita, concorrência com Google Maps. 

O ângulo relevante de olhar esse lançamento é sobre o que a Apple escolheu não fazer. A localização do usuário e os anúncios com que ele interage no Maps não são associados ao seu Apple ID. Os dados ficam no dispositivo, não são coletados pela Apple e não são compartilhados com terceiros. Um sistema de anúncios baseado em intenção local, sem perfil individual, sem histórico vinculado.

Isso não é limitação técnica. É um posicionamento deliberado. E o que ele comunica ao mercado é direto: a geolocalização como sinal de intenção de consumo tem valor suficiente para monetizar sem dado invasivo. Quando uma empresa com um bilhão de iPhones ativos entra em location-based advertising com esse modelo, ela não está apenas lançando um produto. Está sinalizando uma direção para o mercado.

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SXSW 2026: Curadoria Hands dos sinais que mais importam para o Marketing e Publicidade

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Menos campanhas isoladas, mais presença contínua nos lugares certos. Fandoms, criadores, ambientes privados e ativações na vida real ganharam mais peso do que o alcance em si. Com menos sinais visíveis, cresce a necessidade de interpretar melhor comportamento e contexto. Os 8 insights da curadoria:

Fandom como infraestrutura — Marcas estão deixando de dar foco em criar seus próprios universos para, em vez disso, participar de forma autêntica nos fandoms (conjunto de pessoas que compartilham linguagem, referências, comportamento e contexto em torno de um interesse comum, seja um jogo, artista, universo cultural ou estilo de vida. que já existem e engajam organicamente) e nesse contexto o Precision Marketing se torna fundamental, ajudando as marcas a criar audiências contextualizadas que ajudem as marcas a entrar nas conversas. Exemplos: AppBehavior de quem possui aplicativos de Games, GeoBehavior de quem frequentou Shows, Feiras Temáticas etc.

A internet pos-search e o foco em AX — Com agentes de IA realizando tarefas sem abrir sites, o marketing agora precisa descobrir como influenciar os algoritmos e agentes (AX) que tomam decisões de compra pelos humanos. E aqui surge a importância do MCP, ou Model Context Protocol, padrão aberto lançado pela Anthropic no final de 2024 projetado para padronizar como os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), como Claude, GPT e Gemini, se conectam a dados externos, softwares e sistemas corporativos, funcionando como se fosse “um adaptador USB para IA”, e plataformas online precisam se adaptar a esse novo cenário para se tornarem mais relevantes e facilitarem transacionais com Agents que passam a simular o comportamento de consulta e até compra.

A era post-social e as digital campfires — 90% das pessoas já compartilham atualizações de vida em chats privados antes de postarem em feeds públicos. Esses “digital campfires” são espaços menores, privados e mais densos de relacionamento, como grupos de WhatsApp, close friends ou comunidades fechadas, onde a troca acontece com mais contexto e menos ruído. O marketing precisa aprender a gerar valor nesses ambientes, mas sem invadir a privacidade.

Moments marketing vs. Worldbuilding — Campanhas pontuais e reativas estão perdendo força para o Worldbuilding: construção de ecossistemas narrativos de longo prazo que interagem com a cultura local e as comunidades. Falamos sobre isso no post sobre a presença do Nubank nas Favelas e como o GeoBehavior pode ajudar marcas na criação de audiências nichadas para criar awareness em micro comunidades.

O fim das impressões passivas — Na Attention Economy, o foco deve mudar para formatos interativos e co-criados com IA, que exigem engajamento real e trocas com o consumidor para gerar engajamento real, se quiser ver na prática como isso pode ser feito, conheça alguns cases direto de nosso Hands Lab ou entre em contato para uma demonstração.

O CMO poeta e encanador — Frase da Unilever que ecoou no SXSW: o líder de marketing moderno precisa fazer poesia (desejo, marca, emoção) e encanamento (infraestrutura de dados, IA e distribuição para escala e conversão).

Criadores como co-autores — O influenciador como inventário de mídia ficou no passado. O SXSW consolidou o Creator CEO: criadores vistos como empresas independentes e co-autores estratégicos no desenvolvimento de produtos. Marcas estão buscando Creators que tenham conteúdo, conhecimento e autoridade, entendendo que a audiência pode ser buscada em conjunto, dentro do conceito que já falamos aqui de Precision Influence.

Ativações street-level e hiper-locais — Estandes gigantescos perderam o brilho para ativações imersivas e descentralizadas. Marcas apostaram em experiências em esquinas estratégicas buscando o fluxo orgânico da rua e o maior desafio passa a ser então a escolha dos locais. Por onde passam pessoas com maior afinidade ao seu produto ou serviço e soluções como o GeoBehavior Insights podem ajudar nesse desafio.

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