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Olha quem entrou na Hands!

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A Hands, buscando sempre evoluir, trouxe mais novidades para nossa Equipe de Tecnologiao TI e  Comercial. Em Outubro foram mais obtivemos 3 contratações; novas, uma galera super descontraída e com aquele pique que a Hands tem, vem conhecer um pouco sobre cada um deles:

Aron Mello

Sou o Aron, tenho 28 anos, gosto de passar metade do meu tempo com a família e amigos, às vezes ficar horas conversando sobre assuntos diversos, como por exemplo vida existencial, signos, carreiras ou até mesmo falar dos desastres que cometemos em nossas vidas. De vez em quando faço trilhas e camping.

Eu sou apaixonado por artes em geral, gosto muito de ir em museus e teatros. Um amante da culinária, eu diria mais aspirante do que um amante, porém sempre que me vem uma ideia de fazer algo diferente na cozinha, eu estou lá fazendo.

Minhas comidas prediletas são massas, então dou preferência para esse tipo de comida. Bebo socialmente, gosto de lugares alternativos como um bom sagitariano que sou.

Ah! Sou formado em Publicidade e Propaganda, estou sempre disposto a aprender ou agregar coisas novas para minha vida, acho isso muito importante, trocas de conhecimentos e aprendizados, esse é um pedacinho de mim.

Perfil do LinkedIn

Gustavo Araujo

Sou carioca, formado em publicidade e propaganda, tenho 45 anos, separado e sem filho, mas tenho duas lindas afilhadas, sendo uma filha da minha irmã e outra filha de uma grande amiga de infância.

Atualmente namoro e a minha namorada é curitibana, mas também mora em SP há 2 anos. Gostamos muito de viajar, explorar bares e restaurantes de SP e das cidades que visitamos. Apesar de morar em SP há mais de 8 anos, vou pelo menos uma vez por mês ao Rio para visitar meus pais e amigos. Gosto bastante de praticar esportes e faço musculação 3 vezes por semana. Além disso, pratico futevôlei, futebol e sou flamenguista sócio torcedor do clube. Por conta disso, frequento os jogos e costumo viajar para os jogos importantes do meu time, onde quer que ele jogue.

Sou muito interessado em culinária e nas horas vagas sou assador. Já fiz alguns cursos sobre o tema e atualmente sou o “churrasqueiro oficial” de todos os meus grupos de amigos. Profissionalmente falando, tenho grande expertise em publicidade multiplataforma, porém atuo com publicidade digital há mais de 17 anos.

Sou muito interessado em publicidade digital, atualidades, novas tecnologias e minha carreira profissional de mais de 25 anos, vem sendo desenvolvida nas áreas de marketing e comercial, sendo 20 anos dedicados exclusivamente a esta última área, em empresas de diferentes segmentos como Serviços, Varejo e principalmente Comunicação. Acrescento como ponto forte ao meu conhecimento, a grande habilidade de negociação e a capacidade de me relacionar bem com pessoas e o mercado. Considero-me extrovertido, tenaz, criativo, sagaz e de fácil relacionamento com clientes, parceiros e colegas de trabalho.
Como executivo de contas sênior, atuei na gestão de vendas e desenvolvimento de carteiras de grandes contas do mercado nacional, para os produtos impressos e digitais. Além disso, desenvolvi projetos de branded content, patrocínios de eventos, mídia programática e projetos de data intelligence, visando altas performances e retornos para os clientes da carteira.

Por mais de 11 anos trabalhei no Grupo Globo, iniciando a carreira como executivo de contas júnior e chegando ao patamar de Coordenador Comercial, coordenando uma equipe de 6 executivos e apoiando nas vendas dos produtos digitais. Ao longo desses 11 anos, tive diversos cases de sucesso que me fizeram crescer como profissional e ser humano dentro da empresa.

Minha última experiência profissional foi na Editora Abril e fiquei quase 4 anos lá, antes de ingressar na Hands.

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Kauan Cesar

Para os que não me conhecem sou o Kauan e para os mais próximos o Kako, assim sou chamado há 34 primaveras por esse apelido carinhoso que aderi pra vida.

Falou em comida, esse é meu lema, honro com orgulho essa característica Taurina. Quer me ver feliz? É só falar que tem Coxinha, com catupiry? Eita glória, glória, glória … Essa maravilha de comida foi abençoada pelos anjos.

Formado em Marketing por profissão, super conectado com o Tarot e Astrologia (para tudo precisa ter um equilíbrio né) e Deejay por amor, gosta de dançar, já me segue no soundcloud que prometo não te deixar parado.

Shaik é o nome do meu filho de quatro patinhas que me dá um trabalho, pensa num grude, deveria ter chamado ele de chicletinho.

Sou do time da praia, botar a cara no sol, das conversas mais loucas, de rolar na areia com a minha sobrinha e de queimar as calorias numa esteira ouvindo a rainha Veveta.

Aperte o play … Prazer sou o Kako!

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Marcella Calil

Eu sou a Marcella! A Ma!

Tenho 18 anos e estou no meu 1º semestre de RI na FECAP.
Pensei que demoraria mais uns meses para dar início a vida
PJ,já que me formei durante a pandemia. Porém tudo mudou
quando tive a oportunidade de conversar com a Bruna e o com o João. Não pensei 2 vezes em tentar!

Essa fase vem se tornando cada vez mais importante para
mim.

Sair de Atibaia, cidade onde nasci e passei esses 18 anos de
vida, sempre foi um momento muito esperado por mim. Vida de universitária no curso que eu venho me afeiçoando cada vez mais e agora vou abraçar mais um novo degrau, que é o
mundo corporativo. Me sinto pronta!

Esse sentimento de coragem para iniciar universos
completamente novos, apesar do medo do “desconhecido”, me faz sentir muito orgulho de mim mesma!

Acredito que todas essas coisas me trarão muita evolução
pessoal e profissional.

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Muriel Coelho

Meu nome é Muriel, tenho 35 anos e moro em São Paulo há 18 anos. Vim do interior estudar, me formei em Propaganda e Marketing pela ESPM em 2007, e sou especialista em Comunicação e Estratégias Digitais pela USP.

Trabalho com planejamento e digital desde sempre, comecei na Abril Digital em 2006, quando ainda nem existia iPhone no Brasil!

Mas além de planejadora e marketeira sou esposa da Bia, mãe de um cachorro e seis gatas, maratonista de séries, frequentadora de cinemas, teatros, shows, restaurantes, bares, botecos e churrascos.

Coleciono livros que não tenho tempo de ler, viajo sempre que posso e sou apaixonada por documentários de crimes reais.

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Raila Andrade

Eu sou a Raíla, o nome pode ser um pouco diferente então
sintam-se à vontade para os apelidos. Tenho 28 anos, sou
formada em engenharia de computação e gosto muito de
aprender sobre tecnologia e buscar novos desafios. Já vivi em
algumas cidades diferentes e apesar de ser bastante tímida amo conhecer lugares e pessoas.

Sou completamente viciada em café e qualquer coisa é uma boa desculpa para tomar um bom cafézinho. Adoro música e vivo tocando (muito mal) meu violão, também realizo minhas
performances cantando no chuveiro. Dançar um forrózinho
também é bem legal.

Sou muito fã de atividades físicas e ultimamente me peguei
participando de algumas corridas de rua.

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Vivian Chacon

Eu sou a Vivi’s, tenho 30 anos, moro no centro de São Paulo, sou mãe de família multiespécie, graduanda em Publicidade e Propaganda, com tecnólogo em Gestão de RH e adepta do conceito lifelong learning, então tô sempre engajada em algum curso novo!

Atualmente estou fazendo também formação em Arte e Produção Cultural pelo Instituto Tohmie Otake e Desenvolvimento de Negócios em E-sports pela FGV, além de Jornalismo Digital pelo Google.

Eu amo viajar, meus lugares favoritos são Barcelona, Santorini e Rio de Janeiro.

Adoro happy hour, acredito que qualquer pretexto seja bom pra tomar uma cervejínea e bater um bom papo sobre consciência de classe, direitos das mulheres e as consequências de uma sociedade patriarcal e colonizadora sobre a sociedade atual.

Sou apaixonada por pessoas inteligentes e que querem mudar o mundo, minhas referências são Angela Davis, Oprah Winfrey, Ruth de Souza, Viola Davis, Carolina de Jesus, Luis Inácio Lula da Silva, Marielle Franco, Carmem Silva e outros que vêm lutando por educação, justiça e um mundo melhor!

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Com 15 feriados em 2026 eficiência não vem de volume

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Em 2026, o calendário brasileiro traz 15 feriados nacionais com potencial real de ativação de marcas. À primeira vista, esse dado costuma ser tratado apenas como uma soma de oportunidades isoladas ao longo do ano. Na prática, esse é um erro comum. Feriados não são eventos pontuais e desconectados. Eles seguem padrões de comportamento que se repetem ano após ano, com variações previsíveis de deslocamento, permanência e presença em determinados contextos.

Quando marcas planejam ações de mídia apenas olhando para o feriado que está por vir, acabam operando de forma reativa. O resultado costuma ser o mesmo: aumento de volume, dispersão de verba e baixa eficiência. O ponto central não está em falar com mais pessoas, mas em falar com as pessoas certas, no momento em que o comportamento já foi demonstrado.

Cada feriado carrega características próprias. Datas prolongadas tendem a estimular viagens e deslocamentos regionais. Feriados urbanos concentram presença em shoppings, parques, eventos culturais e áreas de lazer. Há feriados em que o consumo se retrai e outros em que ele se intensifica. O que muda não é apenas o destino, mas o modal de transporte, o tempo de permanência e a frequência com que esses movimentos se repetem.

Esses comportamentos deixam rastros. Locais frequentados, recorrência de visitas, horários de maior concentração e fluxos entre regiões formam um histórico consistente de mobilidade e presença. Quando observados ao longo dos últimos 12 meses, esses dados deixam de ser indícios e passam a ser evidência. Não se trata de intenção declarada, mas de comportamento observado.

É nesse ponto que o planejamento deixa de ser genérico. Ao analisar o histórico de feriados equivalentes, é possível entender onde as pessoas estiveram, quanto tempo permaneceram, com que frequência repetiram o movimento e em quais contextos isso aconteceu. Esse entendimento permite criar audiências baseadas em padrões reais, separando quem apenas passou por um local de quem, de fato, esteve presente.

Na prática, isso muda completamente a lógica da ativação. Em vez de ampliar o alcance indiscriminadamente, a marca passa a antecipar fluxo, presença e momento de impacto antes mesmo do evento acontecer. A comunicação deixa de competir por atenção em massa e passa a se inserir em contextos onde a probabilidade de relevância já foi comprovada.

Em feriados, eficiência não vem de volume. Vem de ativar quem já demonstrou comportamento semelhante em datas equivalentes. Vem de entender que o calendário é apenas o gatilho, enquanto o verdadeiro diferencial está na leitura histórica dos dados. Marcas que operam com essa lógica não dependem de sorte ou timing perfeito. Elas trabalham com previsibilidade, contexto e precisão.

Planejar mídia para feriados, portanto, não é sobre inventar novas narrativas a cada data. É sobre reconhecer padrões, aprender com o passado recente e transformar comportamento em inteligência acionável.

Pensando no planejamento, o dado deixa de responder apenas ao “o que aconteceu” e passa a sustentar o “por que aconteceu” e, principalmente, o “o que tende a acontecer de novo”. A análise histórica dos últimos 12 meses permite identificar correlações entre tipo de feriado, contexto geográfico, perfil de deslocamento e intensidade de presença, criando modelos comparáveis entre datas diferentes, mas comportamentalmente equivalentes.

Isso significa que dois feriados distintos no calendário podem gerar oportunidades semelhantes do ponto de vista de mídia. Um feriado prolongado fora de alta temporada pode apresentar padrões próximos aos de um feriado religioso urbano. Um evento regional pode replicar dinâmicas vistas em datas nacionais anteriores, desde que o comportamento de fluxo e permanência seja similar. O calendário deixa de ser o driver principal e passa a ser apenas uma camada de ativação sobre padrões já conhecidos.

Quando esse nível de leitura é incorporado ao planejamento, a tomada de decisão muda de patamar. A definição de verba, canais e formatos passa a considerar densidade de presença, recorrência e contexto, e não apenas volume potencial de impacto. Audiências deixam de ser construídas com base em recortes genéricos e passam a refletir clusters comportamentais reais, derivados de histórico observado.

É assim que dados deixam de ser retrospectivos e passam a orientar decisões estratégicas com previsibilidade, reduzindo dispersão de investimento e aumentando a eficiência das ativações em feriados.

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VR é a nova parceira da Hands para projetos de dados e publicidade digital

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A VR é uma das principais empresas de benefícios corporativos do país, com soluções amplamente utilizadas no dia a dia do trabalhador brasileiro, como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte. Seu ecossistema conecta milhões de usuários a uma extensa rede de restaurantes, supermercados, postos de combustíveis e diversos outros estabelecimentos credenciados, gerando dados transacionais recorrentes, de alta frequência e diretamente ligados ao consumo no mundo físico.

Esse tipo de dado é estruturalmente diferente de sinais digitais tradicionais. Ele não representa intenção declarada ou navegação online, mas comportamento real de consumo, repetido ao longo do tempo e inserido na rotina cotidiana das pessoas.

Hoje, o SuperApp VR conecta mais de 4,1 milhões de trabalhadores, com uma audiência altamente qualificada que gera cerca de 74 milhões de acessos mensais, além de uma frequência média de uso de 20 vezes por mês. Trata-se de um ambiente que acompanha o usuário de forma contínua, em diferentes momentos do dia e em múltiplos contextos de consumo.

É nesse cenário que se constrói a parceria entre Hands e VR.

Tecnologia de mídia aplicada a dados transacionais

A parceria envolve a implementação da tecnologia da Hands dentro do ecossistema do SuperApp VR, criando novas possibilidades de ativação de mídia baseadas em dados reais de consumo. Isso inclui formatos de comunicação direta, como Push GIF e Push Inbox, além da integração dos dados do aplicativo com o Audience Hub, plataforma de inteligência e orquestração de audiências da Hands.

Na prática, essa integração permite que dados transacionais passem a ser organizados, estruturados e ativados como inteligência de mídia, sempre de forma agregada e respeitando critérios de privacidade. O foco não está apenas em impactar usuários, mas em conectar marcas a contextos reais de consumo, no momento e no ambiente em que decisões acontecem.

Além das ativações no app, a parceria também abre espaço para o desenvolvimento de projetos especiais, como ações de distribuição de cupons de desconto e iniciativas de cashback. Essas iniciativas permitem não apenas estimular o consumo, mas também mensurar impacto, conectando comunicação, ativação e resposta no ponto de venda onde a VR já tem presença consolidada.

Hands como braço estratégico de Ads da VR

Dentro dessa estrutura, a Hands passa a atuar como um braço estratégico de Ads da VR, apoiando desde a definição das estratégias até a organização e gestão do inventário publicitário do VR Ads. O papel da Hands não se limita à execução de formatos, mas à leitura, organização e ativação de dados de forma segmentada e contextualizada.

Isso significa transformar um ecossistema de uso recorrente em uma plataforma de mídia mais inteligente, onde decisões deixam de ser baseadas apenas em alcance ou perfil demográfico e passam a considerar comportamento observado, recorrência de consumo e contexto físico.

Segmentação baseada em comportamento real

Um dos grandes diferenciais dessa parceria está nas possibilidades de segmentação. Em vez de operar apenas com critérios tradicionais de mídia digital, a integração entre Hands e VR permite trabalhar com clusters comportamentais, como:

  • – recortes por perfil profissional e cargo
  • – padrões de consumo de produtos e serviços
  • – recorrência de uso em determinados tipos de estabelecimentos
  • – comportamento de pagamento via cartões VR

Na prática, isso abre espaço para campanhas mais alinhadas ao cotidiano real de consumo, indo além de modelos baseados apenas em intenção, navegação digital ou interesse declarado. Marcas passam a dialogar com pessoas que já demonstram comportamentos relevantes no mundo físico, ampliando a eficiência da comunicação.

Uma nova possibilidade para mídia baseada em dados

A parceria entre Hands e VR reflete um movimento mais amplo do mercado: o crescimento da mídia conectada a dados transacionais, comportamento real e jornada física. Em um cenário de maior restrição ao uso de dados pessoais e saturação de mensagens genéricas, ganha relevância quem consegue ler contexto, organizar sinais e ativar audiências com precisão.

Mais do que um novo canal, o ecossistema VR, integrado à tecnologia da Hands, representa uma evolução na forma de pensar mídia: menos sobre volume e mais sobre decisão, contexto e impacto real.

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O digital cresce, mas o Brasil ainda é um país de consumo majoritariamente offline

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O consumo digital avança rápido no Brasil, mas uma verdade permanece intacta: a maior parte das compras ainda acontece presencialmente. Mesmo com o e-commerce em expansão, mobile dominante e redes sociais ditando comportamento, o brasileiro continua resolvendo sua vida no mundo físico, na loja, no supermercado, no cinema, no restaurante, no varejo de rua.

É uma contradição aparente. O brasileiro é um dos povos que mais passa tempo conectado, mas a etapa decisiva da jornada continua sendo offline. Ele pesquisa no online, compara no online, conversa no online… e fecha a compra no território real. A jornada é digital, mas a conversão ainda é física.

Para quem trabalha com mídia, isso muda tudo. Não dá para planejar campanhas assumindo que o funil vive apenas dentro das plataformas. É preciso pensar de forma O2O, conectando impacto digital com comportamento territorial: onde as pessoas circulam, em quais horários elas vão, com que frequência, quais lugares fazem parte da rotina e em que contexto a decisão final acontece.

Essa leitura é crítica porque, no Brasil, o consumo acontece majoritariamente no PDV. E, se a conversão acontece lá, a segmentação e a mensuração também precisam olhar para lá. Entender quem visita determinados lugares, como se comporta, qual é a recência, a permanência, o deslocamento. E, principalmente, medir se o impacto digital realmente gerou visitas no físico.

Num cenário assim, segmentar por comportamento real e acompanhar métricas que mostram impacto em lojas não é mais diferencial é necessidade básica para quem quer alinhar mídia, resultado e realidade de consumo.

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